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Pelos meus cálculos, e olhando para o que tem sido o alinhamento nos concertos dados até agora, deve ser mais ou menos isto que vamos ter no Sábado, no Optimus Alive (este é o alinhamento do concerto de dia 9 em Itália):

 

Open

High

The End Of The World

Lovesong

Sleep When I'm Dead

Mint Car

Friday I'm In Love

Doing The Unstuck

Play For Today

A Forest

Bananafishbones

Pictures Of You

Lullaby

The Caterpillar

The Walk

Push

Inbetween Days

Just Like Heaven

From The Edge Of The Deep Green Sea

Trust

Want

The Hungry Ghost

Wrong Number

One Hundred Years

End

 

E1: The Same Deep Water As You

E2: The Kiss, If Only Tonight We Could Sleep, Fight,

E3: Dressing Up, The Lovecats, Close To Me, Just One Kiss, Let's Go To Bed,Why Can't I Be You?,Boys Don't Cry

 

Todos os meus alinamentos de sonho (e os reais estão sempre bem longe) têm o Open a abrir e o End a fechar. Por isso, se assim for, já fico bem contente :)

 

Em relação aos encores, aí é que tem havido grandes variações. Por isso, a ver/ouvir...

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The Top!!

Os The Cure tocaram o The Top!

E o Just One Kiss... Até tive que ir vasculhar para me lembrar que música é essa.

Foi assim na Suécia:

open, high, the end of the world, lovesong, push, inbetween days, just like heaven, from the edge of the deep green sea, three imaginary boys, the hungry ghost, play for today, a forest, if only tonight we could sleep, pictures of you, lullaby, bananafishbones, the walk, friday i'm in love, doing the unstuck, trust, want, wrong number, one hundred years, end,
E1: the top,
E2: dressing up, the lovecats, the caterpillar, close to me, just one kiss, boys don't cry

 

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Tá melhor :)

 

Concerto dos The Cure em Barcelona com 3 encores. Será mais isto que vai acontecer em Lisboa...

 

Plainsong, Pictures Of You, High, The End Of The World, Lovesong, Push, Inbetween Days,Just Like Heaven, From The Edge Of The Deep Green Sea, The Hungry Ghost, Play For Today, A Forest, Bananafishbones, Lullaby, The Walk, Mint Car, Friday I'm In Love, Doing The Unstuck, Trust, Want, Wrong Number, One Hundred Years, Disintegration,

E1: The Kiss, If Only Tonight We Could Sleep, Fight,

E2: Dressing Up, The Lovecats, The Blood, The Caterpillar, Close To Me, Just One Kiss, Let's Go To Bed,Sleep When I'm Dead, Why Can't I Be You,

E3: Boys Don't Cry

 

Surpresa das surpresas: The Kiss!

E The caterpillar!

Neste link, uma parte do concerto!!!

http://www.oesquema.com.br/trabalhosujo/2012/06/01/todo-o-show-cure-ao-vivo-no-primavera-sound-2012-em-barcelona.htm

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Está quase. No próximo dia 14 de Julho vamos ter os The Cure no Festival Optimus Alive. A tour começou ontem e aqui fica o alinhamento:

Plainsong

Pictures Of You

High

The End Of The World

Lovesong

Push

Inbetween Days

Just Like Heaven

From The Edge Of The Deep Green Sea

The Hungry Ghost

Play For Today

A Forest

Bananafishbones

Lullaby

The Walk

Mint Car

Friday I'm In Love

Doing The Unstuck

Trust

Want

Wrong Number

One Hundred Years

Disintegration,

 

Encore1

The Lovecats

Close To Me

Let's Go To Bed

Sleep When I'm Dead

Why Can't I Be You

Boys Don't Cry

Primeiro comentário:  Só um encore?? Nãooooooooo… Depois do concerto enoooorme no Atlântico, em 2008, não podem fazer menos que isso!

Em relação ao resto: o início é o mais perfeito de todos os possíveis - Plainsong. Que, desta vez, vem com as Pictures e High logo a seguir, a lembrar os concertos a seguir ao Wish :). Nem acredito que vão tocar o Mint Car, música relativamente parvinha mas com uma letra irresistível e que sempre achei que nunca poderia ver ao vivo mas que havia de me divertir muito se pudesse. E o Want que adoro! E, claro, a suprema FTEOTDGS também lá está…

O encore é que não é lá grande coisa. Mas vai saber bem depois de um fecho com 100 Years e Disintegration que são de deixar qualquer um arrasado.

Vou estar atento aos alinhamentos dos próximos para ver quais são as músicas que rodam. Há sempre umas que mudam de um para outro.

E parece que ainda não é desta que vou poder ouvir o The Figurehead ao vivo… Bom, mas se me pusesse a falar do que falta nunca mais parava...

Eu quero cantar isto ao vivo!!!!:

The sun is up

I'm so happy I could scream!

And there's nowhere else in the world I'd rather be

Than here with you

It's perfect

It's all I ever wanted

I almost can't believe that it's for real

http://www.youtube.com/watch?v=iulrtFmrtgU

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That there
That's not me
I go
Where I please
I walk through walls
I float down the Liffey
I'm not here
This isn't happening
I'm not here
I'm not here

In a little while
I'll be gone
The moment's already passed
Yeah it's gone
And I'm not here
This isn't happening
I'm not here
I'm not here

Strobe lights and blown speakers
Fireworks and hurricanes
I'm not here
This isn't happening
I'm not here
I'm not here

 

 

 

 

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Desta vez vou aventurar-me no comentário a um álbum, em vez de livros. A partir da audição do novo dos U2, No Line on the horizon, e de algumas críticas que li ao mesmo, apeteceu-me escrever um pouco sobre o assunto.

Muita gente condenou os U2 à morte devido ao álbum Rattle and Hum. Não sei se eles concordaram ou não, mas parece pacífico que acharam que alguma coisa tinha que mudar, e muito. Apesar de ser um álbum desequilibrado, não deixa também de ser um projecto com fortes motivos de interesse, especialmente quando visto em conjunto com o filme. No entanto, o que estava para trás, em particular o álbum, The Joshua Tree, tinha elevado os U2 a um patamar aparentemente irrepetível. Não era de admirar, portanto, que Rattle and Hum fosse, ou parecesse ser, uma desilusão. Pessoalmente, nunca encontrei neste álbum nada de particularmente mau, mas também não há grandes motivos para colocar este álbum a tocar em vez de qualquer um dos outros anteriores.

Posto isto, os U2 entraram nos anos 90. Só que entraram à frente dos próprios anos que se estavam a viver. Com o álbum Achtung Baby, a banda conseguiu uma transformação espantosa na sua sonoridade, parecendo uns U2 em versão 2.0 (eu diria que o álbum dos Passengers pode ser o de uns U2 versão 2.5). Em paralelo com a música surgiu também a era dos concertos espectaculares, com grande aparato cénico mas um grande rigor conceptual. A ZooTv Tour afirmou-se como um espectáculo insuperável, levando os U2 a um patamar tão alto que passaram a ser chamados, por muitos, de maior banda do mundo.

Seguindo a lógica de exploração de novos caminhos musicais e conceptuais surge o álbum Zooropa. Não sei se é este o melhor álbum da banda, muitos puristas poderiam matar-me por insinuar tal coisa. O que sei é que é este álbum consegue ser um grande passo em frente, em relação a Achtung Baby. A música, tanto quanto me lembro, soava, na altura, a algo futurista e difícil de classificar. Para onde ir a seguir? Era possível continuar a evoluir? Surgiriam saudades do passado pré-achtung?

A resposta vem na forma do álbum Pop, não respondendo, portanto, a nada. Capaz de apontar em várias direcções, Pop é, a nível conceptual, um exercício extraordinário, porque permitiu aos U2 mais uma tournée com um conceito forte e grande inovação. No entanto, a nível musical ficava a dúvida, para onde vão afinal? Pop dizia que podiam ir para todo o lado mas que o brilhantismo de Achtung ou de Zooropa estava, definitivamente, a ficar para trás.

Chega então altura de parar e pensar. Olhar para tudo e escolher o essencial. Daí All that you can’t leave behind aparecer como o álbum do regresso dos U2 à sua velha fórmula. Grandes hinos, canções irrepreensíveis, nova digressão, cheia de aparato visual mas muito menor e muito menos conceptual do que anteriormente. Em palco mais música do que espectáculo.

E podia-se esperar que os U2, tendo reencontrado a sua boa forma, continuassem o seu caminho. Foi o que fizeram com How to Dismantle an Atomic Bomb. Não posso dizer deste nada de substancialmente diferente do que do anterior. Apenas que os ouço a ambos ocasionalmente, com prazer, é certo, mas nada aqui me remete para o entusiasmo e novidade que me trouxeram Achtung e Zooropa.

E, pronto, aqui estou, expectante, ao fim de tantos anos, para saber se No Line On the Horizon volta a trazer uns U2 brilhantes ou, simplesmente, os U2 competentes e certinhos dos últimos álbuns. Para já é a segunda hipótese que vence. Estou a ouvir o álbum pela segunda vez e não vem daqui nada de particularmente impressionante. Adoro o tema final, parece-me mais um álbum bem fechado (o último tema costuma ser dos melhores dos álbuns) mas são os U2 no seu nível habitual. Gosto mais quando se superam. Não quer isto dizer que seja um mau álbum, quer apenas dizer que eu queria mais. De qualquer forma, venham os concertos!

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