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O que é que eu faço com este livro? É tão bom, tão bom que podia passar o resto do ano a escrever posts sobre ele. E nem é por concordar completamente, tenho até bastantes reservas. No entanto, é tão revigorante ler alguém que pensa a fundo e sabe olhar para as várias dimensões daquilo que diz!

Vou ver o que faço...

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13 comentários

De Vespinha a 05.11.2012 às 00:14

Espero pelos teus comentários!

De C. a 05.11.2012 às 09:37

Não sei se é do tempo mas parece-me que ando com os pés virados para o "contra".:\
Vamos lá ver se a coisa sai sucinta:
-A 1ª parte interessante- reunião e reflexão das teorias predominantes nesta área- Eliot, Steiner, Débord (e outros)
-O resto soa-me a senso comum de qualquer pessoa que se interesse por cultura (por um lado compreendo e partilho das preocupações nestas páginas, por outro fiquei bastante inquieta com a oposição tão obrigatória entre alta e baixa cultura, e não por discordar que exista, mas pela CULTURA tal como é defendida ser uma coisa de elites, feita por elites e, apesar das excepções que sempre existem, esta questão encerra perigos...sabes, lembro-me muitas vezes de uma imagem do "A Room of my Own" da V. Woolf que é qualquer coisa como "fui a uma biblioteca mas pelo facto de ser mulher e ter tido as limitações óbvias não sabia o que procurar, o que era bom, não sabia separar o trigo do joio" (esta é uma versão farsola)-tudo isto para dizer que é mais ou menos neste sentido que vão as minhas preocupações.
Não sei se isto faz sentido- Sorry :D

De pedrices a 05.11.2012 às 10:55

Eu posso ter andado a viajar por território errados. Mas a mim não me parece nada que aquilo que ele diz seja senso comum. Aliás, para mim, é. Mas não vejo que o seja naquilo que tenho visto/lido por aí. Mas deixo uma resposta mais completa para quando fizer um comentário ao livro. Até porque, de facto, eu não concordo completamente com a tese. Mas acho a análise muito bem estruturada.

De C. a 05.11.2012 às 13:28

* " A Room of One's Own"-assim é que é.

De C. a 05.11.2012 às 12:52

Fico a aguardar o comentário:)
Nessa altura perguntar-te-ei o que pensas que este livro apresenta de novo,o que é que o distingue dos outros.
(Deste lado, continuo a preferir o Llosa dos romances, porque em relação a este livro a sensação predominante é a de encomenda de editor- lançamos a posta sobre um tema que pode colocar o dedo numas quantas feridas com a chancela do Vargas Llosa. Até quando comparado com os exemplos dos outros autores este, para mim, não apresenta nada de novo)
Boas Leituras:D

De pedrices a 05.11.2012 às 13:46

Vá, não resisto a começar a resposta... Sabes, acho que o livro do Eliot é o de um fanático a tentar forçar o mundo a adequar-se à sua visão, o do Steiner é o de uma tese tão brilhante que tudo pode ser dito para a justificar (é brilhante mas tembém é delirante), o do Lipovetsky é de um otimismo que nos faz desejar que tudo fosse assim. Mas são realmente forçados, cada um à sua maneira (os outros não li e por isso deixo de fora). O Llosa não. Não o sinto a tentar impôr-me nada. Não concordo com uma parte grande do que ele diz (especialmente com aquilo que comentaste) mas acho que ele está mais interessado em refletir e analisar o que vê do que em fazer uma grande onda à volta daquilo que ele acha que é (sem deixar de vincar o que acha que devia ser). Às vezes acho que falta senso comum e, por isso, nesse sentido, ele é bem vindo.

De Carriço a 05.11.2012 às 13:10

Respondendo apenas à pergunta, é enviar-mo por correio! :P
Agora mais a sério, de Vargas Llosa apenas li um pequeno texto sobre a "criação" de um romance e, tendo gostado, serviu mais para aguçar a minha curiosidade para o seu "A casa verde" (já não me recordo se o título era exactamente este, mas era qualquer coisa assim).

Boas leituras!

De pedrices a 05.11.2012 às 13:45

Não envio porque está vergonhosamente sublinhado e comentado... :p
E confesso que agora estou cheio de vontade de explorar o Llosa dos romances.

De Carriço a 06.11.2012 às 11:18

Não custa nada atirar o barro à parede. :)

De numadeletra a 05.11.2012 às 18:04

Pois aqui está um romance que Vargas Llosa que recomendo:

http://numadeletra.com/2461.html

De numadeletra a 05.11.2012 às 18:05

("de Vargas Llosa"... e não "que")!

De pedrices a 05.11.2012 às 18:37

Sim :)

Ainda no outro dia estive com ele na mão e lembrei-me de ti!

De numadeletra a 05.11.2012 às 21:15

Que bom :-)

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