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Isto promete...

31.03.10

Apesar de ter alguns posts para pôr em dia, não á para isso que este serve.

 

É apenas para deixar aqui o primeiro parágrafo de um livro que está à minha espera na estante, The Museum of Innocence, de Pamuk.

 

Vejam lá se não promete (tradução livre e minha, a partir da versão em inglês):

 

"Foi o momento mais feliz da minha vida, apesar de eu não saber. Soubesse eu, tivesse eu acolhido esta dádiva, ter-se-ia tudo tornado diferente? Sim, se eu tivesse reconhecido este instante de felicidade perfeita, rapidamente me teria agarrado a ele e nunca o deixaria escapar. Demorou poucos segundos, talvez, para que esse estado luminoso me arrebatasse, alimentando-me com a mais profunda paz. Mas pareceu ter durado horas, até anos. Nesse momento, na tarde dessa segunda-feira, 26 de Maio de 1975, por volta de um quarto para as três, ao mesmo tempo que no sentíamos para lá do pecado e da culpa, também o mundo parecia ter sido libertado da gravidade e do tempo."

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2 comentários

De Lídia Alves a 16.05.2013 às 14:50

Mesmo assim fora do contexto do livro o que traduzio muito belo, reconfortante. Fala-nos de felicidade, de paz, de libertação, três estados de alma ou de espírito, que deviam ser constantes no ser humano. Constantes talvez não, pois se não passassemos pelo estado oposto, não sabiamos valorizar estes estado positivos.
Caro Pedro eu só vou ler o livro quando estiver traduzido para português, até lá vou seguindo as suas opiniões. BJS

De Lídia Alves a 16.05.2013 às 15:37

Cometi dois lapsos de escrita, que num espaço de excelência como é o seu blog, não podem existir. Por isso envio uma versão mais escorreita. Ao escrever no espaço dos comentários não são assinalados os erros. Gostaria de ter eliminado o comentário anterior, mas não consegui.

2.ª versão
Mesmo assim fora do contexto do livro, o pequeno texto que traduziu é muito belo e reconfortante. Fala-nos de felicidade, de paz, e de libertação, três estados de alma ou de espírito que deviam ser constantes no ser humano. Constantes talvez não, pois se não conhecêssemos estado oposto, não sabíamos valorizar estes estados positivos.
Caro Pedro, eu só vou ler o livro quando estiver traduzido para português, até lá vou seguindo as suas opiniões. BJS

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