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1 mês

19.08.14

O Zorba está cá em casa há um mês e parece que já faz parte da família desde há muito mais tempo.

 

Não tem sido um período fácil porque ele tem uma tosse bastante forte e que ainda não conseguimos perceber de onde vem. Todas as hipóteses estão em aberto, tanto pode ser uma infeção que se consiga curar, como uma doença crónica tipo asma. Felizmente, parece estar a melhorar nos últimos dias.

Porém, não é dos problemas do Zorba que interessa falar hoje. Antes de mais, é preciso dizê-lo, tive tanta, tanta sorte que me custa a acreditar: o Zorba é um gato incrivelmente doce e meigo, muito bem comportado, simpático para toda a gente, brincalhão (sem aleijar), fácil de tratar (tem sido preciso fazer muita coisa no veterinário e dar-lhe muitos comprimidos). E uma coisa que nem todos os donos de gatos parecem poder dizer: gosta de todas as coisas que lhe damos, ou seja, se eu lhe comprar uma cama, ele usa (mesmo que demore uma semana a fazê-lo pela primeira vez…). Se eu lhe comprar um brinquedo, vai logo brincar com ele.

 

 

E pensar que há um mês ele vivia na União Zoófila onde, apesar do tanto que aquelas pessoas fazem pelos animais, não podia ter o acompanhamento médico que eu lhe dou e, muito menos, o carinho que ele merece.

 

Por isso, Parabéns, Zorba! 

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Tenho um fraquinho por inadaptados. Não o simples marginal sem interesse nenhum e sem qualquer tipo de manifestação intelectual, mas sim por aqueles que, sendo inteligentes, criativos até, não conseguem adaptar-se ao mundo, ou aos outros. Isto, normalmente, dá um livro interessante. Bom, e agora mais ou menos a brincar e mais ou menos a sério: se o livro vier do Japão, então a combinação é particularmente feliz. Este pequeno livro é, ainda por cima, baseado em vários aspetos reais da vida do próprio autor. Por isso, preparem-se para entrar num universo bem à parte.

Yozo é um jovem que, simplesmente, não consegue sentir-se humano. Ou melhor, não sente grande parte daquilo que os outros humanos sentem. O que isto provoca, e esse é o interesse maior da narrativa, é que o olhar sobre o mundo de Yozo é um olhar à procura de um sentido e de um rumo para as ações - onde outros agem por instinto ou seguindo emoções, onde simplesmente se deixa fluir, Yozo tem que fazer um esforço para tentar compreender o que esperam dele. Daí a tendência para fazer palhaçadas, construindo assim uma máscara que lhe serve para conseguir ir vivendo em sociedade. Mas a máscara não resiste a tudo e recursos como a bebida vão-se revelando mais eficazes e sobrepõem-se às tentativas de socialização. Yozo vai-se enredando num niilismo que é bastante curioso porque é profundamente individual. Mas este ponto de vista tão interior acaba por resultar em belos trechos de análise do que são os outros e do que é a sociedade. No fundo, Dazai consegue ver de fora, o que não é normal num humano, a não ser que ele seja um bocado… não humano.

 

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Um pouco de Grécia...

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Os sábados com os afilhados da União Zoófila estão cada vez mais interessantes. Tanto um como o outro estão a ficar maiores e com um aspeto muito mais saudável. Para além disso, portam-se cada vez melhor nos passeios.

 

Nas aulas de aprender a sentar é que o Tito já está um pouco à frente demais… 

 

Mas o Pompónio ajudou-me a explicar…

Embora às vezes eu sinta que nenhum deles está em sintonia comigo… 

Ou então, fica um e o outro não… 

 

 

 

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Já andava há bastante tempo para ler este que é o primeiro livro das aventuras de Gordiano o Descobridor. A impressão com que fico é a mesmo dos outros livros de Steven Saylor (exceto Império que está um nível acima): é giro, lê-se num instante, entra-se realmente na atmosfera da Roma antiga mas… falta a densidade da verdadeira história, o que é normal e não se pode necessariamente exigir (embora haja autores que o conseguem), e está tudo demasiado exposto, demasiado óbvio e, muitas vezes, forçado. Enfim, um ótimo livro de entretenimento, mas bem longe de ser um livro de grande fôlego. Ainda assim, estou perfeitamente disponível para ainda ler mais um ou outro do autor.

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